Sou uma das filhas desse artista, que trilhou um caminho curto, mas que deixou pegadas fortes. Pretendo com esse BLOG, encontrar e registrar uma herança imaterial deixada por meu pai. Seja parente ou amigo, para quem o conheceu, fica aqui esse cantinho.
Meu querido avô... Apesar de não ter o conhecido, sei que foi um grande homem. Ouço sempre, quando pergunto, minha mãe falar de quão grande era a inteligência do velho Archidy. Mentes assim não podem ser esquecidas! Abraço a todos.
A morte traz o triste abraço da solidão.Apesar de não ter conhecido esse homem de uma cultura rara e invejável,posso ser um cético ao comentar alguns de seus adjetivos.Lembro-me bem das histórias contadas em outrora pelo meu pai, Archidy Picado Filho,sobre o olhar admirável e aplausivo de meu avô para meu corpo recém-nascido.Disse meu pai que ao olhar-me,tinha dito algo sobre meus olhos, os quais penetravam sob um mundo "obscuro",cheio de sonhos e surpresas. Em meu primeiro livro A Consciência Humana,fiz questão de homenagear meu querido avô Archidy Picado.Apenas digo com toda sinceridade, que irei dá continuidade à filosofia geneticamente formada em minha principiante mente que provavelmente, herdei dele e de meu pai.
Archidy estudou na FAFI na mesma época em que estudei lá. Era uma pessoa calada, discreta, não gostava de oba-oba. Depois das aulas íamos tomar uma bem gelada na Churrascaria Bambu, que era antro de artistas e animadores culturais da cidade. Depois que tomava algumas, Archidy ficava menos calado, conversava mais, expunha suas teses e seu modo de ver o mundo. Archidy gostava mais de viver em seu próprio universo interior do que no mundo ao redor. Era um filósofo, além de artista plástico. Depois que saí da FAFI, perdi o contato com ele. Muitos anos depois, soube de sua morte que, a meu ver, ocorreu muito cedo. Saudades de Archidy, fez falta. Dôra Limeira
Bem antes de casar com sua filha Valeska, conheci Archidy no início dos anos 1980s como ministrante de um Curso de História da Arte no Espaço Cultural. Era um professor muito tranquilo e conciliador já que eventualmente algumas discussões acabavam mais quentes pelas posições mais radicais que, por vezes, alguns de nós alunos tomávamos.
Um Poema em Homenagem ao Meu Avô Prof.Archidy Picado
Homem que transcendia a uma intelectualidade perfeita Artista afamado que deixou tanta saudade Muitos conheceram e identificaram sua bondade A sábia Filosofia do verdadeiro pensamento humano.
Galeria de artes criou em benefício do desenvolvimento cultural Trabalhou intensamente pela implantação da cultura de João Pessoa Capital paraibana que completou 424 anos de histórias e saudades
Grande mestre e professor que fez da musical suas belas canções. Meu querido avô, embora não ter lhe conhecido Digo-te que em nós seu espírito nunca deixará de existir
Minha filosofia continuará em minha mente deixada como tua herança Tua generosidade permanecerá presente em meu ser intelectual.
Professor, poliglota, poeta e escritor foram Teus mais fortes pilares para a educação de nosso país
Mas em nossos corações deixastes O real sentido da vida em uma cultura de paz e sabedoria.(Archidy Trigueiro)
Conheci Archidy Picado quando nasci. Ou melhor, ele me conheceu quando, depois de um parto difícil, minha mãe, esposa dele, finalmente conseguiu expulsar de dentro de sua caverna de trômpas e falópios aquele que viera ao mundo para participar da vida interessante de um dos homens mais interessantes do planeta. Sei que a literatura tem perdido espaço para as artes visuais - que a utilizam como suporte para o desenvolvimentos de obras de Cinema ou de Teatro - mas será necessário que se dê todo apoio à produção de um livro que conte sobre a curta vida e as importantes participações de Archidy Picado no desenvolvimento da produção artística paraibana. Para tanto, será necessário contar com a participação dos amigos e parentes do artista para coleta de depoimentos, material fotográfico e textos produzidos que possar dar substanciais subsídios à produção do livro. Os interessados, poderão contatar os telefones (83) 8842-3469 e 8723-0455. Obrigado.
Conheci não somente Archidy como também seu pai Francisco e sua mãe Clotilde: sou filha da única irmã dele, Maria Bertilde Noronha Picado, pelo casamento M. B. Picado de Holanda Cavalcanti. Archidy era uma pessoa muito, muito agradável, embora bastante calado . Nascemos em um 22 de julho, só que com uma década de diferença, mas, enquanto sou leonina pura, ele era puro canceriano.Passou muitos dias de sua juventude lá em casa, no Recife.É esquisito ver falar dele como ¨velho¨e ävô¨, pois sua imagem para mim está ¨congelada¨na sua juventude. Vi Valeska nascer e testemunhei os carinhos de Dindinha (Clotilde) nos seus primeiros anos de vida. Foi muito bom encontrar vocês e ver que prezam seu pai e avô como eu prezo meu querido tio. Beijos Laise de Holanda Cavalcanti Andrade laise@pq.cnpq.br
Olá! Laise, que otimo encontra uma prima que conhecem a sua familia, Eu so noronha popr parte da minha avó, com raizes no Rio grande do norte, depois notonha pica em Petropolis. rj se souber conta alguimas maos dos picado-noronha. ELISIO DE NORONHA REBOUÇAS. são Paulo elisiore@ig.com.br
Napoleão Picado (alfaiate) casado com d. Rita. em Macau. seus filho: Frabncisco G Picado, Casado com D. Joaquina de Noronha Irmã de D. Maroca e Elisa minha avó. Napoleão Picado Filho,(Pupu), Napoleão de Noronha Picado Militar. Benjamin,Arthur,Luiza, Leonor (nono) Moraava em Areia Branca RN, com sua filha Luiza. Elisio de Noronha rebouças elisiore@ig.com.br
Realmente Archidy foi uma pessoa boa, genial, diferente... e, como todo gênio, pequeno ou grande, tinha uma enorme dificuldade de lidar com a vida prática.
Era artista com alma de artista.
Bem antes dos cincoenta (50)anos "viajou" sem avisar.
É bom ver filhos (Valeska e Archidy Filho) que eu conheci, andando bem pelo caminho das artes.
Meu querido avô... Apesar de não ter o conhecido, sei que foi um grande homem. Ouço sempre, quando pergunto, minha mãe falar de quão grande era a inteligência do velho Archidy. Mentes assim não podem ser esquecidas! Abraço a todos.
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ResponderExcluirA morte traz o triste abraço da solidão.Apesar de não ter conhecido esse homem de uma cultura rara e invejável,posso ser um cético ao comentar alguns de seus adjetivos.Lembro-me bem das histórias contadas em outrora pelo meu pai, Archidy Picado Filho,sobre o olhar admirável e aplausivo de meu avô para meu corpo recém-nascido.Disse meu pai que ao olhar-me,tinha dito algo sobre meus olhos, os quais penetravam sob um mundo "obscuro",cheio de sonhos e surpresas.
ResponderExcluirEm meu primeiro livro A Consciência Humana,fiz questão de homenagear meu querido avô Archidy Picado.Apenas digo com toda sinceridade, que irei dá continuidade à filosofia geneticamente formada em minha principiante mente que provavelmente, herdei dele e de meu pai.
Archidy Trigueiro
Archidy estudou na FAFI na mesma época em que estudei lá. Era uma pessoa calada, discreta, não gostava de oba-oba. Depois das aulas íamos tomar uma bem gelada na Churrascaria Bambu, que era antro de artistas e animadores culturais da cidade. Depois que tomava algumas, Archidy ficava menos calado, conversava mais, expunha suas teses e seu modo de ver o mundo. Archidy gostava mais de viver em seu próprio universo interior do que no mundo ao redor. Era um filósofo, além de artista plástico. Depois que saí da FAFI, perdi o contato com ele. Muitos anos depois, soube de sua morte que, a meu ver, ocorreu muito cedo. Saudades de Archidy, fez falta.
ResponderExcluirDôra Limeira
Bem antes de casar com sua filha Valeska, conheci Archidy no início dos anos 1980s como ministrante de um Curso de História da Arte no Espaço Cultural. Era um professor muito tranquilo e conciliador já que eventualmente algumas discussões acabavam mais quentes pelas posições mais radicais que, por vezes, alguns de nós alunos tomávamos.
ResponderExcluirFernando Teixeira me disse que não conseguiu deixar um comentário.
ResponderExcluirse mais alguém está tentando e teve algum problema, por favor me comunique.
Um Poema em Homenagem ao Meu Avô Prof.Archidy Picado
ResponderExcluirHomem que transcendia a uma intelectualidade perfeita
Artista afamado que deixou tanta saudade
Muitos conheceram e identificaram sua bondade
A sábia Filosofia do verdadeiro pensamento humano.
Galeria de artes criou em benefício do desenvolvimento cultural
Trabalhou intensamente pela implantação da cultura de João Pessoa
Capital paraibana que completou 424 anos de histórias e saudades
Grande mestre e professor que fez da musical suas belas canções.
Meu querido avô, embora não ter lhe conhecido
Digo-te que em nós seu espírito nunca deixará de existir
Minha filosofia continuará em minha mente deixada como tua herança
Tua generosidade permanecerá presente em meu ser intelectual.
Professor, poliglota, poeta e escritor foram
Teus mais fortes pilares para a educação de nosso país
Mas em nossos corações deixastes
O real sentido da vida em uma cultura de paz e sabedoria.(Archidy Trigueiro)
Conheci Archidy Picado quando nasci. Ou melhor, ele me conheceu quando, depois de um parto difícil, minha mãe, esposa dele, finalmente conseguiu expulsar de dentro de sua caverna de trômpas e falópios aquele que viera ao mundo para participar da vida interessante de um dos homens mais interessantes do planeta. Sei que a literatura tem perdido espaço para as artes visuais - que a utilizam como suporte para o desenvolvimentos de obras de Cinema ou de Teatro - mas será necessário que se dê todo apoio à produção de um livro que conte sobre a curta vida e as importantes participações de Archidy Picado no desenvolvimento da produção artística paraibana. Para tanto, será necessário contar com a participação dos amigos e parentes do artista para coleta de depoimentos, material fotográfico e textos produzidos que possar dar substanciais subsídios à produção do livro. Os interessados, poderão contatar os telefones (83) 8842-3469 e 8723-0455. Obrigado.
ResponderExcluirConheci não somente Archidy como também seu pai Francisco e sua mãe Clotilde: sou filha da única irmã dele, Maria Bertilde Noronha Picado, pelo casamento M. B. Picado de Holanda Cavalcanti. Archidy era uma pessoa muito, muito agradável, embora bastante calado . Nascemos em um 22 de julho, só que com uma década de diferença, mas, enquanto sou leonina pura, ele era puro canceriano.Passou muitos dias de sua juventude lá em casa, no Recife.É esquisito ver falar dele como ¨velho¨e ävô¨, pois sua imagem para mim está ¨congelada¨na sua juventude. Vi Valeska nascer e testemunhei os carinhos de Dindinha (Clotilde) nos seus primeiros anos de vida. Foi muito bom encontrar vocês e ver que prezam seu pai e avô como eu prezo meu querido tio.
ResponderExcluirBeijos
Laise de Holanda Cavalcanti Andrade laise@pq.cnpq.br
Olá! Laise, que otimo encontra uma prima que conhecem a sua familia, Eu so noronha popr parte da minha avó, com raizes no Rio grande do norte, depois notonha pica em Petropolis. rj
ResponderExcluirse souber conta alguimas maos dos picado-noronha. ELISIO DE NORONHA REBOUÇAS. são Paulo
elisiore@ig.com.br
Napoleão Picado (alfaiate) casado com d. Rita. em Macau. seus filho: Frabncisco G Picado, Casado com D. Joaquina de Noronha Irmã de D. Maroca e Elisa minha avó. Napoleão Picado Filho,(Pupu), Napoleão de Noronha Picado Militar. Benjamin,Arthur,Luiza, Leonor (nono) Moraava em Areia Branca RN, com sua filha Luiza.
ResponderExcluirElisio de Noronha rebouças elisiore@ig.com.br
Realmente Archidy foi uma pessoa boa, genial, diferente... e, como todo gênio, pequeno ou grande, tinha uma enorme dificuldade de lidar com a vida prática.
ResponderExcluirEra artista com alma de artista.
Bem antes dos cincoenta (50)anos "viajou" sem avisar.
É bom ver filhos (Valeska e Archidy Filho) que eu conheci, andando bem pelo caminho das artes.